Brasil encara os Estados Unidos na Tailândia pelo Grand Prix

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Brasil enfrenta Estados Unidos pelo Grand Prix

Precisando de uma vitória por qualquer placar para garantir-se matematicamente na fase final do Grand Prix, a seleção feminina do Brasil enfrenta os Estados Unidos nesta sexta-feira, em Bangcoc, às 08h30 (de Brasília). A partida na Tailândia será válida pelo grupo G, que tem ainda República Dominicana e as donas da casa. O SporTV transmite ao vivo e o GloboEsporte.comacompanhará o jogo em tempo real.

Brasil e Estados Unidos mediram forças no último domingo no Ibirapuera, em São Paulo, e as brasileiras, invictas no Grand Prix, venceram por 3 sets a 0. O time canarinho lidera a classificação geral com 18 pontos, seguido pela Turquia e China, com 13 e Sérvia, com 11. As americanas aparecem em sexto lugar, com nove.

Neste ano, a fase decisiva do Grand Prix acontecerá no Japão, de 20 a 24 de agosto. Participam da etapa final as quatro equipes mais bem classificadas, além da seleção do país sede e do vencedor do playoff da segunda divisão (Holanda, Porto Rico, Polônia ou Bélgica).

Para o treinador da seleção brasileira, José Roberto Guimarães, a partida contra os Estados Unidos será decisiva na busca pela classificação.

– É sempre bom jogar com a seleção americana porque exige da nossa equipe uma postura concentrada e focada na velocidade que os Estados Unidos imprimem, tanto nas ações ofensivas quanto nas defensivas. O jogo também é decisivo para a continuidade na competição. Uma vitória já nos classifica para a fase final. Temos que ir em busca desse resultado. Essa semana também será importante para fazer com que as jogadoras que não participaram tanto até aqui da competição ganhem mais ritmo de jogo – afirmou o técnico do Brasil.

Mesmo com a vitória no último domingo, a ponteira Jaqueline chamou a atenção para o equilíbrio entre Brasil e Estados Unidos.

– É sempre difícil jogar contra as americanas. É um jogo de igual para igual. Elas têm um jogo parecido com o nosso, além de ter muita velocidade. Temos que estar sempre atentas. As centrais americanas vão muito alto, e o nosso sistema defensivo tem que estar sempre preparado. Também precisamos passar muito bem para nossas jogadas saírem – comentou a jogadora.

Fonte: G1

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