Empatia com o cliente resulta em boas vendas

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O que pesar ao escolher entre esse ou aquele restaurante, um centro de compras, um local de viagem e um carro novo? Os atributos esperados pela grande maioria – no caso de um local de se alimentar fora de casa, por exemplo – são principalmente a boa comida, preços acessíveis e atendimento de qualidade.

Mas se a satisfação de estar em um local – independente da qualidade de seu serviço etc – lhe projete uma emoção de pertencer a um grupo social… então respire fundo e seja feliz.

Usar objetos pessoais para se destacar dentro de um grupo é comum faz tempo. Os mais jovens e adolescente já se destoam assim. O grande filão da indústria de moda é vender a imagem e distribuir uma ideia de jovialidade nas texturas e cores dos artigos da moçada.

Identidade como forma de agrupar pessoas em seu circulo de amizade já é recorrente na sociedade moderna. Realizar feitos que o transporte a um vínculo de pessoas a qual se deseja frequentar são metas de quem procura se fixar em uma sugestão de vida.

Uma carteirinha de um clube de recreio – cujas mensalidades podem ultrapassar a disponibilidade financeira – pode ser um recurso de entrar em um rol de pessoas diferente de seu mundo atual. Assim como escolher um tipo de carro mais moderno cujo seguro ultrapasse em muitas vezes a mensalidade de um modelo popular pode provocar uma falsa sensação social.

O vendedor que procura aumentar seu ganho percentual deve saber diferenciar do comprador comum daquele que – mesmo que ultrapasse seus recursos – vai querer o artigo recém lançado ou aquele que lhe dará a ilusão de estar no ponto mais alto da escalada social.

O bom vendedor não deve ludibriar um comprador. O bom vendedor deve apresentar o produto e deixar que o comprar decida se vale a pena o investimento de algo que ele imagina transporta-lo para um outro mundo.

 

Thiago de La Torre  – Empresário, especialista em estratégias de marketing.
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